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30/01/2020

Como praticar a comunicação não violenta? Aprenda no post

O mundo profissional pode ser cooperativo e firmar longas amizades. Mas principalmente para quem não pratica a comunicação não violenta, ele pode ser também o terreno de muitos sentimentos e atitudes negativas.

A base para que relações de trabalho saudáveis se estabeleçam é evitar esses sentimentos. No entanto, inveja, raiva e ressentimentos de toda espécie pelo trabalho ou os colegas não desaparecem sozinhos. É necessário saber identificá-los, descobrir suas causas e combatê-la, o que demanda certa aplicação.

Leia este post até o fim e veja como fazer isso. Se conseguir transformar a comunicação não violenta em uma prática cotidiana, você estará mais próximo de desenvolver inteligência emocional e, consequentemente, melhorar sua performance profissional.

O que é a comunicação não violenta

A comunicação não violenta surge da constatação de que qualquer conversa é um diálogo entre necessidades de diferentes níveis. E o que isso quer dizer? Simples: se focarmos nos pontos certos, as relações interpessoais de trabalho podem ser mais produtivas e menos agressivas.

É comum que, em uma discussão, os comportamentos sejam discutidos por mais tempo do que as necessidades. Use a si mesmo como exemplo: há grandes chances de, da última vez que você discutiu com alguém, vocês terem debatido a forma como alguém falou algo, e não o que ela estava dizendo.

Assim, o ponto de partida deixa de ser certo comportamento que o seu interlocutor apresentou, e passa a ser qual necessidade ele apresenta e que motivou esse comportamento. Uma vez satisfeita essa necessidade, é provável que o comportamento incômodo cesse.

No entanto, para que a comunicação não violenta funcione, é necessário que os interlocutores saibam comunicar com clareza suas necessidades, o que esbarra em questões como autoconhecimento, inseguranças e reflexão.


Quais são os benefícios para o desenvolvimento profissional

A ideia principal da comunicação não violenta, portanto, é que todos parem de procurar culpados e busquem a solução do problema. Na vida profissional, isso melhora a qualidade de vida, abre espaço para a inteligência emocional e fortalece os vínculos de um grupo.

Até a produtividade aumenta, uma vez que os envolvidos no diálogo se tornam mais objetivos e menos suscetíveis a atitudes passivo-agressivas. Para pessoas em posição de liderança, saber lidar com os próprios sentimentos é fundamental.

No entanto, a fase preparatória para a comunicação não violenta demanda que as pessoas desenvolvam empatia e solidariedade. Em vez de julgar o seu interlocutor pela maneira como ele disse algo, você precisa focar em compreender suas dificuldades, limitações e inseguranças.

Via de regra, pessoas que praticam e recebem a comunicação não violenta são mais felizes nos estudos e no trabalho. Os benefícios do autoconhecimento e dessa prática, não raro, resultam em projetos mais bem-sucedidos, melhores resultados e promoções.


5 dicas para praticar a comunicação não violenta

Abaixo, organizamos uma espécie de passo a passo para que você comece a praticar a comunicação não violenta no trabalho (e, por que não, na vida pessoal também). Lembre-se de que se trata de uma prática, e não basta saber o que fazer se você se deixa levar pelos sentimentos negativos quando se encontra em uma situação passível de violência.

Tenha em mente também que praticar comunicação não violenta não significa ser passivo, mas comunicar o que se sente, deixando claro quais são os comportamentos indesejáveis para que as pessoas se relacionem com você.

No início, pode parecer um pouco difícil, mas com o tempo e a prática você vai perceber diferenças na forma como se expressa e ouve o que as pessoas falam com você.


Observar e identificar sentimentos

Como dissemos, o primeiro passo para se comunicar de modo não violento é o autoconhecimento. Logo, é preciso estar atento a todos os sentimentos que nos são despertados e por que eles acontecem.

Algo te deixou com raiva? Antes de responder instintivamente a esse estímulo, pergunte-se: "por que estou sentindo isso?" Em muitos casos, você vai ver que não é por algo que alguém tenha dito, mas por uma vulnerabilidade sua com relação a determinado assunto.


Ouvir mais

Assim como é necessário identificar sentimentos em você, também é possível fazê-lo no outro. Então, o melhor em uma conversa é sempre ouvir, já que partir de certos pressupostos sobre o que o seu interlocutor sente pode levar a equívocos.

Nesse momento, entenda o que a pessoa diz por si mesmo, em vez de interpretar o que ela diz. Em outras palavras, o importante é o que de fato o que o seu interlocutor falou, e não o que você acha que ele quis dizer.


Conhecer suas necessidades

Às vezes, é difícil nomear sentimentos. Em muitos casos, nos envergonhamos de sentir raiva, tristeza ou vemos esses e outros estímulos de maneira negativa. Isso dificulta o trabalho, pois entender o que estamos sentindo leva a saber o que nos despertou esse sentimento. Esse conhecimento, por sua vez, nos leva à necessidade.

Então, se você não tem consciência das suas necessidades, esse é o caminho. Assuma o que sente, pergunte-se o porquê e entenda como lidar com a resposta.


Saber que os sentimentos são sua responsabilidade

No entanto, a base da comunicação não violenta é o fato de que cada um é responsável pelo que sente. Portanto, se for comunicar a alguém o que o fez se sentir-se mal, diga "eu me senti inferiorizado" e não "você me inferiorizou", por exemplo.

Fazer um pedido claro

Para que a discussão seja produtiva, ela deve terminar com um pedido. Peça à outra pessoa que não repita com você algo de que não tenha gostado. Use de educação nesse momento. Diga, "quando você fez isso, eu me senti mal. Você poderia não fazer novamente?"

O que você sente não é a causa do problema, mas sim o sintoma dele. Use a comunicação não violenta para identificar esses sintomas e atinja a inteligência emocional e a tranquilidade no trabalho que você precisa para transformar sua carreira
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